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quarta-feira, 9 de julho de 2008

Festa em Coimbrã - Verão 2008



A Associação de Cultura e Recreio D. Inês de Castro, em Coimbrã, concelho de Peniche, organiza mais uma vez a festa de Verão em honra de Nossa Senhora da Memória.

As entradas são livres e o recinto conta ainda com serviço de bar repleto com diversos petiscos.

Os festejos decorrerão nos dias 11, 12 e 13 de Julho e o programa é o seguinte:




SEXTA 11:
15:00H
Música Gravada.
22:30H
Actuação do conjunto musical,
Son Jovem.


SÁBADO 12:
08:00H
Alvorada.
09:00H
A comissão de festas, acompanhada pela Bandinha da Amizade, percorrerá as ruas da aldeia recolhendo os donativos.
15:00H
Festa de Igreja, seguida de prossição.
18:00H
Entrega da Bandeira.
19:00H
Animação com a Bandinha da Amizade.
22:30H
Actuação do conjunto musical,
ZAGAIAS.


Domingo 13:
08:00H
Alvorada.
09:00H
Jogos de Futebol:
Solteiros X Casados
Solteiras X Casadas
(seguido de um Almoço Convívio:)
15:00H
Torneio Relampago. (MATRAQUILHOS)
17:00H
Animação Infantil.




sexta-feira, 26 de outubro de 2007

Poemas XIV - Prece em Silêncio



Por detrás do vidro
olhava-A.
Vi-me, de repente caído,
ajoelhado a seus pés.
Rodeado de pessoas
mas sozinho em sentimentos,
naqueles escassos momentos
olhei para cima e senti.
O que fazia eu ali?
Esqueci toda a gente
ficando só de repente e,
virando os olhos para os Céus,
senti-me temente a Deus.
Ouvi o meu pensamento
soltar um grito abafado,
uma prece silenciosa.
Será que alguém escutou
um apelo, entre milhões?
Estes pobres corações
precisam mais do que eu
ter fé naquela Senhora.
Que ela nos proteja agora
dos erros que cometemos
e a nós, os que vivemos
aos tropeços pela vida,
sem destino e fraco rumo,
com a fé desfeita em fumo,
ensinai-nos que os caminhos
não se percorrem sozinhos
e que há sempre alguém
que sente o que nós sentimos
e sofre por nós também.
Abri os olhos.
Levantei-me
e ouvi o burburinho,
ruído da multidão
que andava em silêncio
no meio do santuário.
Não sei aquilo que vi,
fora talvez um engano
uma imagem escondida
entre o meu imaginário.
Não sei se mais alguém viu.
Envolta em pura brancura
a senhora olhou para mim e,
com uma lágrima, sorriu



© H. Vicente Cândido, 25-10-2007 (Santuário de Fátima)







sábado, 21 de julho de 2007

PADRE NOSSO - Levantando o Véu..!

Como prometido em 'Posts' anteriores, vou desvendar um pouco do que podem encontrar no livro "Padre Nosso". Abaixo podem ler o PRÓLOGO e um excerto do Capítulo XIV.


Visite a FEIRA DO LIVRO em peniche até 5 de Agosto de 2007

PRÓLOGO

             As paredes do Palácio do Vaticano ressoaram com a voz irritada do Papa Bento XVI. Normalmente calmo, a prudência nunca fora um dos seus principais atributos e, naquele dia, tinha passado completamente dos limites enquanto gritava furiosamente em alemão dentro da sua sala particular:
            «E não quero saber o que Wojtyla pensava. Karol Wojtyla foi o passado, agora somos nós que temos de tomar as nossas próprias decisões. Eu quero os culpados apanhados e condenados. Quero todos os nomes, desde o mais baixo até ao cabecilha e quero isso resolvido quanto antes.»
            Outra voz num tom calmo e muito mais baixo respondia-lhe em italiano:
            «Mas… Sua Santidade, não será melhor reflectir antes de tomar essa decisão? O papa João Paulo II e os outros antes dele tinham os seus motivos para tentarem resolver as coisas de outra maneira. Não quer tentar saber mais antes de avançar?»
            «O Wojtyla não teve treino militar, era polaco e era adorado por ser fraco. A Igreja não pode demonstrar fraqueza perante ninguém. Não somos um estado independente por baixar a cabeça, embora seja essa a imagem que passa para fora. Não podemos compactuar com o demónio. Eu sei perfeitamente que devemos ser prudentes ao mexer em alguns assuntos mas, mais importante é descobrir e desmascarar os culpados, pois um acto destes não pode ficar impune.»
            Três vozes responderam em uníssono:
            «Abençoado o herdeiro de S. Pedro.»
            Momentos depois, a habitual tranquilidade voltava a instalar-se no ambiente protegido pelas grossas paredes do edifício.


CAPÍTULO XIV

            (...)A porta gradeada de aço maciço fechou-se atrás de Durval assim que ele entrou. O guarda trancou cuidadosamente a caixa cinzenta na parede que protegia o sistema de abertura individual de cada cela fazendo ecoar o já característico Clank das fechaduras reforçadas.
            O padre encontrava-se deitado numa estreita cama de ferro com pouco mais de meio metro de altura onde se via obrigado a flectir as pernas para que estas se conseguissem acomodar por cima do quase invisível colchão pouco mais espesso que um comando de televisão. Um ponto de luz no tecto e uma janela ainda mais pequena que a existente no escritório do primeiro-cabo, completavam a débil decoração.
            – Boa noite Sr. Padre! – Exclamou Durval em voz alta ao ver que o padre não reagia à sua presença.
            O padre António levantou os olhos pachorrentamente e mirou a figura que se encontrava à sua frente durante alguns segundos, voltando depois à posição inicial. Ficou assim mais alguns segundos até que se levantou de um salto fazendo Durval recuar perante o acto inesperado do sacerdote. Este estendeu a mão e indicou-lhe o sítio onde estivera deitado num convite.
            – As instalações são modestas mas, sentados cabemos os dois. – Disse em tom de laracha. – Então o que o trás aqui? Não me vai dizer que se deu ao trabalho de vir falar comigo à prisão só para tratar dos pormenores da visita à igreja com os seus colegas de tropa.
            – Sabe bem que não é esse o motivo. – Começou Durval aceitando o convite do padre e sentando-se. – Aliás, perante a situação actual, já deve ter calculado que a minha insistência nessa visita foi para ver a sua reacção. Se não o adivinhou, estou a dizer-lhe agora.
            O padre ajeitou-se na cama recostando-se ao canto da cela sem deixar escapar um som nem mudar a sua impávida expressão, limitando-se a esperar que Durval continuasse.
            – O.K. Eu não vou estar aqui com rodeios e vou directo ao assunto. Você deu liberdade ao Jofre para fazer o que achasse melhor e, foi o que ele fez. Entendeu que eu o poderia ajudar e contou-me toda a conversa que vocês tiveram hoje de tarde.
            A frase inicial teve o efeito pretendido e o padre baixou um pouco a guarda, dando-se ao trabalho de responder.
            – Já calculava que isso iria acontecer, o que me leva a fazer novamente a mesma pergunta: E o que está aqui você a fazer? Que eu saiba, não é advogado para me defender. Veio tentar obter uma confissão em troca de uma pena mais curta? Veio cá a pedido do Jofre? Aquele coitado é uma jóia de pessoa mas, também ele não sabe mais do que aquilo que eu lhe contei e, de certeza nada do que eu lhe disse me pode ajudar. O que quer afinal? Eu não vou acrescentar mais nada ao que disse anteriormente no interrogatório feito pelo cabo Dias. Coitado desse também! Pensa que é o maior mas nem consegue ver o que acontece debaixo do seu nariz.
            – Já terminou? – fez uma pausa para ter a certeza que o padre o iria ouvir. – Eu estou aqui porque penso que não foi você que matou a Dora. Acho que foi apanhado num enredo muito para além das suas capacidades de o resolver sozinho e acho que é um homem bom que eu não gostaria de ver apodrecer na imundice de uma prisão. – Fez mais uma pausa. – Perguntou-me o que vim fazer aqui? Vim tentar evitar que você se destrua e que, por causa de alguns indivíduos perca a fé na igreja. Vim procurá-lo porque está na hora de alguém por um fim a esta guerra de interesses e a todo o mal que dela provém. Vim falar consigo porque é o único que me pode ajudar a terminar com tudo isto. – Uma nova pausa, desta vez mais prolongada seguida de uma espreitadela para o relógio. – E tenho quinze minutos para o fazer.(...)

sábado, 7 de julho de 2007

Livro - PADRE NOSSO

Depois de uma semana de ausência, volto com uma noticia que me deixa particularmente satisfeito. O policial de ficção da minha autoria com o título "Padre Nosso" está finalmente pronto e o seu lançamento vai ser em breve na cidade de Peniche.

Nos próximos posts podem contar com informações mais actualizadas, bem como excertos de alguns capítulos mas, por agora e apenas para espicaçar os leitores, cerca de 1250 visitantes no espaço de 2 meses, (o Blog ainda é uma criança), vou deixá-los com uma sinopse da história, a mesma que poderão encontrar na contra-capa.

Espero que gostem.

Padre Nosso - Vicente Cândido


SINOPSE


Leandro Durval, ex-combatente da guerra colonial, tornou-se um pacato e simpático proprietário de um restaurante perto do Forte de Peniche.

A sua curiosidade leva-o mais uma vez a cruzar o caminho da G.N.R. local e, o que parecia ser apenas mais uma história de contrabando transforma-se numa demanda pela verdade.

A igreja, o estado português e altos membros das forças policiais, enfrentam-se numa guerra oculta com séculos de existência pela posse do manuscrito deixado pelo único papa português, João XXI.

Das catacumbas da Igreja de São Leonardo em Atouguia da Baleia, ao Palácio de São Pedro no Vaticano, este policial repleto de acção remete-nos para o inicio da era Cristã e transporta-nos através do tempo para a corrupção da Igreja nos nossos dias.

Tendo como base um tema bastante sério, o exagero de alguns factos até ao limite do absurdo torna este policial delicioso e descontraído.

O Autor afirma que, embora seja baseada em factos, lugares e personagens reais, toda a história é pura ficção mas… será mesmo?



segunda-feira, 25 de junho de 2007

Monumentos de Peniche - São Leonardo (final)

O interior da Igreja (continuação)


Clique para página de inicio do Blog

      Assim que passamos o portal de entrada e os olhos se habituam à penumbra, a nossa atenção prende-se imediatamente no canto direito da Igreja, sobre a enorme costela de baleia petrificada encontrada algures no antigo porto de Atouguia.
      Antes de chegarmos ao grande osso, passamos por uma das duas pias da água Benta existentes, esta também da era quinhentista com uma base rectangular, cantos enrolados, pé em espiral e a bacia ornada com gomos lisos alternados com outros de três flores em relevo. No centro, a cabeça de um anjo.
      Continuamos pelo corredor direito e podemos ver o presépio da escola Machado Castro que pertenceu ao extinto Convento Franciscano de São Bernardino. Temos em seguida o Painel da Ressurreição, uma pintura sobre madeira do séc. XVI originária da escola dos Mestres do Sardoal ou da oficina do Mestre de São Quintino.
      Na capela lateral temos um retábulo de pintura formado por quatro tábuas representando diversos Santos formando um conjunto curioso, de sabor florentino, com uma pintura muito recortada e desenhada. Dentro desta capela, encostada à parede do lado esquerdo, está uma pedra rectangular de grande interesse documental e iconográfico. Entre duas pequenas peças de simbolismo desconhecido, pode ler-se a seguinte inscrição:

“ESTE CORO MANDOU FAZER A CONDESSA DONNA GUIOMAR DE CASTRO PELA ALMA DO SR CONDE ALVº D ATAIDE Q DZ (Deus) HAJA SEU MARIDO Q AQ JAZ SEU CORPO ENTERRADO O QUAL CORO FOY COMEÇADO E ACABADO NO ANNO DE MILL E QUATROCENTOS E LX VII”

      Já quase no fim do corredor direito, podemos ver o fragmento de um Fresco encontrado por detrás de um retábulo que o encobriu, protegendo-o até aos dias de hoje, levando-nos a pensar que talvez este templo tenha sido, em todo ou em parte, pintado a fresco com motivos religiosos como este fragmento atesta.
      Ainda antes de entrarmos para a Capela-mor, olhamos para cima onde se encontra a Pedra de Armas. Cerca de dois terços são ocupados com o escudo e a parte superior tem o Elmo, o Timbre e um minúsculo lambrequim. O escudo é esquartelado com armas de Figueiras de Chaves e Delgados com timbres de Figueiras de Chaves.


      Capela-mor

      Dentro da capela encontramos o túmulo do 1º conde de Atouguia da Baleia, Dom Álvaro Gonçalves de Ataíde. Cravado na parede do lado esquerdo, tem uma frente para dentro da Sacristia e outra para a capela-mor.
      Na parede por cima do túmulo, está uma lápide de pedra formada por cinco rectângulos com inscrição gótica relacionada com a vida e obra do D. Álvaro de Ataíde. Sobre esta inscrição há um brasão em relevo muito danificado, tal como o escudo no túmulo que também se encontra inutilizado.
      Em representação dum bom trabalho de escultura do Séc. XVIII temos a imagem em madeira de Cristo Glorioso, com carnação, estofado e poli cromado nos panejamentos.
      O Altar de Pedra, embora não seja o primitivo Altar desta igreja, é certamente uma bela peça que, infelizmente, não pode ser utilizada na celebração da missa obrigando a existir outro que acabo por não deixar realçar o que deveria estar em maior destaque.
      Não podemos ainda deixar de apreciar as três portas dentro da capela, todas elas de estilo diferente e, as janelas em arco redondo e ogivais que iluminam todo o espaço.
      Finalmente, junto das colunas que apoiam a ogiva, podemos ver através de vidro o nível mais baixo onde anteriormente estava o piso.




domingo, 24 de junho de 2007

Serra D'el Rei - 4º Aniversário da Vila

Página da Junta de Freguesia da Serra D'el Rei
            30 de Junho

            23.00 h ---- Actuação do conjunto "Wega Band"
            00.00 h ---- Fogo de Artifício



             1 de Julho

            9.00 h ---- Missa Solene
            10.00 h ---- Arruada com a Banda Serrana
            16.00 h ---- Saráu de Ginástica




segunda-feira, 18 de junho de 2007

Coimbrã em Festa - Verão 2007

Retornar ao início do Blog

Vão ter lugar em Coimbrã, a 7 km da cidade de Peniche, os festejos em honra da Nossa Senhora da Memória que preencherão o fim-de-semana de 29 de Junho a 1 de Julho.

Venha provar os petiscos do excelente serviço de bar e participar nos jogos tradicionais a realizar no Domingo à tarde.

As entradas são livres e pode contar com uma simpática equipa que tudo fará para tornar estes três dias agradáveis e descontraídos.



Sexta-Feira, 29 Junho

15.00 --- Música Gravada
22.30 --- Grupo musical, ZAGAIAS


             Sábado, 30 Junho

             8.00 --- Alvorada
             9.00 --- A comissão de festas, acompanhada pela
             Bandinha da Amizade, percorrerá as ruas da aldeia
             recolhendo os donativos.
             15.00 --- Festa de Igreja seguida de Procissão.
             18.00 --- Entrega da Bandeira.
             19.00 --- Animação com a Bandinha da Amizade.
             22.30 --- Conjunto, SON JOVEM


                        Domingo, 1 Julho

                        9.00 --- Alvorada.
                        10.00 --- Jogo de futebol, Solteiros x Casados.
                        13.00 --- Almoço Convívio.
                        15.00 --- Jogos Tradicionais.
                        17.00 --- Animação com a Bandinha da Amizade
                        que encerrará os festejos.

domingo, 10 de junho de 2007

Monumentos de Peniche - São Leonardo (parte II)

Clique para voltar a São Leonardo (parte I)       O Interior da Igreja.


      Entramos na Igreja e deparamo-nos com três Naves iluminadas por frestas de vão gótico e pela rosácea da frontaria, estando a do centro a um nível superior. Sob um tecto de madeira, os arcos ogivais assentam em altas colunas cujos capitéis se apresentam decorados com imagens de animais e plantas.

      Ao lado esquerdo podemos ver a Pia Baptismal de pedra, do séc. XVI (1562) e uma das Pias de Água Benta da era quinhentista, trabalhada com cabeças de anjo e de pé rectilíneo que se pressupõe ser mais recente do que a própria bacia.

      Continuando pelo lado esquerdo da Igreja e caminhando sobre as várias Lápides Sepulcrais que se podem encontrar ao longo de todo o pavimento, deparamo-nos com diversos painéis também do séc. XVI.

      Da oficina dos Mestres do Sardoal, temos uma pintura sobre madeira representando Anunciação e São João Evangelista e, outra representando São Pedro e São Leonardo. De Lourenço de Salzedo podemos ver uma composição maneirista de muito boa qualidade com o titulo Lamentação sobre o Corpo de Cristo e, atribuído a oficina do Mestre de São Quintino, podemos ver ainda um magnifico painel onde, de um fundo de tapeçaria bordada com ornatos da renascença, se destaca a face de São Leonardo.

      Ainda no lado esquerdo, temos a capela do Santíssimo Sacramento, revestida com azulejos do séc. XVII, com um belo retábulo de pintura maneirista representando a Descida da Cruz e podemos observar um baixo-relevo de calcário branco representando a Natividade. Este belíssimo exemplo da estatuária do séc. XIV de autor e origem desconhecidos foi oferecido à rainha Santa Isabel nos princípios do séc. XIV e é considerada a peça mais valiosa desta Igreja.






«São Leonardo (parte III)»


(continua)



segunda-feira, 28 de maio de 2007

Monumentos de Peniche - São Leonardo (parte I)

A Igreja paroquial de São Leonardo foi construída nos finais do século XII num estilo predominantemente romano gótico mas apresenta posteriores marcas manuelinas.

A frontaria é ladeada pela torre sineira rematada por duas pirâmides e o portal do Século. XII é constituído por três arcos que irrompem de pequenas colunas capitalizadas onde são representados animais e criaturas míticas.

Segundo a lenda, na construção das arcadas desta igreja foram usadas ossadas de grandes baleias capturadas pelos pescadores do então porto de “Tauria” e, a razão pela qual São Leonardo é o patrono desta Vila, remete-nos para um barco que transportava prisioneiros gauleses da costa atlântica para o mediterrâneo o qual tinha a bordo uma imagem desse Santo. Esse navio naufragou junto ao porto e, como todos se salvaram do naufrágio, foi ali edificada uma igreja em acção de graças a São Leonardo cuja imagem os acompanhava e ao qual atribuíram o milagre de não terem perecido todos no mar.

Em Portugal, parece ser a única igreja erigida a este Santo e Atouguia da Baleia a única paroquia com esse nome, Paróquia de São Leonardo.

A festa litúrgica é no domingo mais próximo do dia 6 de Novembro, dia completamente preenchido pela Feira de São Leonardo.



(continua)